Filmes

Filme: Invocação do Mal 2

the-conjuring-2-trailer-neu-rcm992x0

Essa semana fui ao cinema para ver o tão esperado Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2). Será que sou só eu que esquece do enredo de filmes de terror? Eu não lembro de quase nada do primeiro filme e se eu fosse querer comparar a qualidade entre ele e o segundo, teria que ver novamente. Sendo assim, vou falar o que achei sobre o filme sem citar o anterior. Ah! Esse post não tem spoilers 😀

Primeiro gostaria de deixar registrada aqui a vitória que foi assistir esse filme em uma sala de cinema e não passar nervoso nenhuma mísera vez. Ultimamente eu detesto ver filmes de terror/suspense em cinema porque as pessoas simplesmente não têm respeito e educação, e acabam atrapalhando quem está querendo prestar atenção. Acho que o fato de eu ter escolhido a última sessão (23h45) de uma plena terça-feira deve ter colaborado bastante para essa vitória. Fujam de cinema aos finais de semana. Cilada.

A história desse filme gira em torno de uma família com 4 crianças e uma mãe solteira. O pai fugiu e deixou seus familiares na pobreza e, em uma noite, coisas estranhas começam a acontecer pela casa. Para provar para a Igreja que o caso era real, o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine são chamados. Como enredo, posso dizer que é aquele velho clichê de casa mal assombrada de sempre.

Fui bastante surpreendida por esse filme porque eu já chego com a expectativa lá embaixo, já que ultimamente fazer um bom filme de terror está difícil pelo jeito. No começo realmente pensei que teria mais uma decepção, pois gosto de filme no estilo Bruxa de Blair, que a gente fica na expectativa de algo aparecer na tela e, no fim, nada aparece. Acredito que isso é o que mais dá medo, ficar esperando pelo susto. Esse filme já começa com tudo exposto, espírito que gosta de aparecer e nem se esconde. Conforme a história vai se desenvolvendo, isso muda e acaba ficando mais interessante.

giphy

No quesito sustos achei bem ok. O filme realmente faz com que você dê uns pulinhos na cadeira, mas se você está acostumado com esse tipo de filme, com certeza vai dormir tranquilamente depois de assistir. Não é um medo surreal. O que gosto é o fato desses filmes transformarem coisas cotidianas em afazeres pavorosos, tipo você estar na sua cama dormindo e escutar alguma coisa se aproximando ou escovar os dentes e ver um espírito pelo reflexo do espelho.

Quanto à atuação eu sou um pouco suspeita para comentar já que uma das minhas atrizes favoritas, Vera Farmiga, faz um dos papeis principais. A menina mais nova da família me lembrou muito uma jovem Kristen Stewart, com direito àquela cara de paisagem e cólica ao mesmo tempo. Os outros atores foram bons.

O mais legal é quando os créditos começam a rolar e umas fotos do verdadeiro casal de investigadores (sim, é baseado em fatos reais) aparecem. Mostram as pessoas que os atores estavam interpretando e áudios sobre o caso. Eu não sei vocês, mas ta aí uma coisa que eu não quero nunca descobrir se é verdade.

Nota: nota4

 

Séries, Vídeos

Vídeo: Tag Séries

Se tem uma coisa que eu gosto de fazer nessa vida é ficar em casa sem fazer nada enquanto assisto uma penca de episódios de alguma série que eu acabei de descobrir. Entre tantas que já assisti, respondi umas perguntas dessa Tag no vídeo, falando sobre minha série favorita, personagem favorito, entre outras coisas.

Qual a série favoritas de vocês?

um pouco do que penso

A arte de querer fazer tudo ao mesmo tempo

giphy

Hoje eu estava em um post do Bloguismo (grupo de blogueiras que participo), quando uma das meninas comentou que estava sofrendo porque ultimamente ela não conseguia mais fazer apenas uma coisa por vez – queria fazer tudo ao mesmo tempo e acabava não fazendo nada direito.

É óbvio que me identifiquei com isso. Faz muito tempo que eu não sei mais o que é fazer as coisas com calma. Aliás, ouso dizer que eu nunca nem soube o que significa ter calma. Para vocês terem noção da minha situação, enquanto eu estou fazendo miojo eu também estou conversando no Whatsapp, pegando refrigerante, indo arrumar a cama pra dormir e arrumando a bagunça do meu quarto. Quando percebo, meu miojo já está molenga e assim é a vida de quem faz várias coisas ao mesmo tempo. A gente come comida que passou do ponto porque resolveu que era uma ótima hora para fazer tudo o que precisava fazer, em apenas três minutos de espera do miojo.

Quando eu era mais nova, adorava ler. Hoje, eu quase não leio mais. Eu posso estar sem fazer nada, é só eu abrir um livro que eu fico pensando em milhares de coisas que tenho que fazer, no preço do dólar, no meu futuro, em problemas que não vão nem acontecer. Também gostava bastante de acompanhar blogs, hoje em dia começo a ler um post e quando percebo estou com duzentas abas abertas no Chrome e não tenho a mínima ideia do que eu estava lendo no começo.

Teve uma época que eu acreditava, piamente, que quem tinha a habilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, era uma pessoa muito sortuda e evoluída. Me orgulhava de ser assim, até a ficha cair e eu perceber que, na verdade, querer fazer várias coisas ao mesmo tempo faz com que eu não execute nenhuma dessas tarefas com excelência. Fica tudo mais ou menos.

Juro que tem hora que eu paro e penso: “Respira! Pra quê tanta pressa?”. E é isso, pressa de viver é o que eu sinto. Estou sempre em um estado de ansiedade que não me deixa fazer nada direito, mas faço tudo ao mesmo tempo. Já dizia minha ex-psiquiatra que tudo isso é culpa da internet. Será mesmo? Não duvido… É tanta rede social, site, foto e mil coisas ao mesmo tempo que acho que nosso cérebro aprendeu a ficar no 220v e nunca mais voltou ao normal.

Desde que comecei a escrever esse post eu já pintei as minhas unhas, tomei chá, vi dois episódios de Friends e respondi algumas pessoas no Facebook. Preciso dar mais ouvidos àquela vozinha na minha cabeça que vive me pedindo para ter mais calma na vida, quem sabe assim um dia vou poder ler um livro em paz de novo.

Maquiagem, Review

Review: Base Studio Fix Fluid da MAC

DSC_0134

Faz um belo tempo que não apareço por aqui com alguma dica de beleza. Um tempo atrás eu decidi que ia mudar o foco do blog (que até então tinha sido beleza e moda) e passei a escrever um pouco mais sobre a minha vida e coisas que eu estava assistindo.

Então, esse vai para quem gosta de posts desse tipo e que começou a me acompanhar por causa disso. Não sei se vou voltar a escrever com mais frequência sobre coisas de beleza, mas por enquanto só vou passar dica do que realmente achar indispensável na necessaire.

Se você olhar pra foto do meu perfil ali na direita vai perceber facilmente que a minha cor é a famosa cor de palmito, sulfite ou (insira aqui) qualquer outra coisa tão branca quanto leite. Por ser tão branquinha assim, sempre tive dificuldade em encontrar bases que dessem certo para o meu tom de pele. Muitas vezes o tom mais claro de uma marca ainda me deixa com cor de tijolo e saio parecendo uma palhaça por aí, veja esse post e saiba do que estou falando.

Antes de comprar essa base da MAC, eu estava usando (há um belo tempo) a base TimeWise da Mary Kary. Já fiz post falando sobre ela e super recomendo, desde que seja na cor certa da sua pele, óbvio! Eu estava usando a Ivory 1 e depois, durante o curso de maquiagem que fiz, descobri que na verdade a minha cor seria Beige 1. Vida que segue, continuei usando porque dinheiro não cai do céu, né?

Agora que minha queridinha base “reboco” está com os dias contados, resolvi investir em uma um pouco mais glamourosa e acabei comprando a base Studio Fix Fluid da MAC. Veja bem, sou completamente contra comprar coisas caras e que podem ter uma alternativa nacional tão boa quanto, mas meu lado consumista resolveu dar uma chance para ela porque eu nem base estava mais usando durante o dia porque queria algo que tivesse uma cobertura boa, mas ao mesmo tempo não pesasse no meu rosto. Me sinto incomodada, parece que estou suja.

DSC_0123

Paguei R$121 na Sephora. Claro que o preço não é lá aquelas maravilhas, mas achei até razoável por ser da MAC. A cor eu escolhi no olhômetro mesmo e pedi pro santo das viciadas em maquiagem ajudar na escolha. A cor que escolhi foi a NC15 e se você olhar na tabela de cores vai ver que é uma das mais claras que a marca tem. Tão clara que eu achei que fosse ficar com cara de boneca de porcelana, de tão branca. Mas tudo deu certo no fim e acabou que essa cor é exatamente a cor da minha pele. Não consigo enxergar nenhuma diferença de cor quando estou com ela no rosto e ela ainda tem um fundo amarelado, assim como a minha pele.

Essa base me deu justamente o que eu queria: uma boa cobertura sem pesar muito no rosto. Quando passo a base da Mary Kay, me sinto completamente rebocada e a vontade de chegar em casa logo para poder lavar o rosto é muito grande. Por estar sempre calor na cidade que moro, acabo evitando usar coisas pesadas. Com uma camada ela já some com todas as sardinhas que tenho (não que eu as ache um defeito) e a maior parte das minhas olheiras, deixando um aspecto de pele lisinha e suave ao mesmo tempo. A única coisa que eu tenho para reclamar sobre esse produto é o cheiro. Essa base é tem um cheiro muito ruim, juro que passa depois que seca, mas continua sendo desagradável.

Bom, espero que tenham gostado dessa resenha. Qual a base favorita de vocês?

Um beijo