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Meus 5 batons favoritos

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Este post faz parte de uma blogagem coletiva de um grupo de blogueiras lindas que participo. Este mês o tema escolhido foi “Top 5 batons favoritos” e aqui estou eu para falar sobre os meus.

Sempre me perguntam em meus vídeos que batom que estava usando quando gravei. Se você me acompanha por lá (ainda não? Se inscreve!), pode ter certeza que a resposta vai ser sempre um desses. Juro que eu tentei escolher um batom que não fosse líquido, mas acontece que depois que descobri essa belezinha, é muito raro eu usar um batom normal.

Eu tenho bastante batom na minha maleta de maquiagem, como maquiadora preciso ter uma grande variedade de cores porque né, nem todo mundo tem o mesmo gosto que eu. Antigamente eu usava todas as cores, hoje em dia só uso cores mais escuras e nudes. Você nunca vai me ver usando um batom pink hahahah

Os escolhidos foram:

batons favoritos

08 Vult: Este foi o primeiro batom líquido que comprei da Vult. Achei que ele deixa a boca muito menos seca e não fica tanto com aquele aspecto de “casca” na boca quando você passa. Eu gosto bastante desta cor, mas esse batom não é 100% matte, então deixa a desejar um pouco nisso já que não gosto de brilho. Mas ainda é um dos meus favoritos.

12 Vult: Este eu comprei faz pouquíssimo tempo e até já emprestei para uma amiga, de tanto que é lindo. Tenho um da Dailus super parecido, mas a cor é mais gótica acho, então prefiro esse pra não sair parecendo a Vandinha Addams hehe

Ballet da Dailus: Meu vermelho. Eu simplesmente amo este batom e já é o segundo vidrinho que uso.

Colan Marsalla da Dailus: É aquele batom que uso quando não quero passar nada muito chamativo ou muito apagado. Ele é um ótimo meio termo.

Sissone da Dailus: Meu nude. Não preciso falar mais nada, né?

Quais os batons preferidos de vocês?

Um beijo

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Review: Hidratante para o banho Nívea

Sei que as coisas andam meio paradas por aqui, mas é porque estava de mudança e completamente sem tempo. Agora que já me ajeitei no meu novo cafofo, vou voltar com o blog normalmente.

Se tem uma coisa que eu odeio é passar creme no meu corpo. Já deixei todos meus amigos avisados que se no meu aniversário eu ganhar algum creme, vou devolver! Acontece que eu tenho pavor de ficar com a minha pele melecada e grudenta, se passo um creme quero logo tomar banho novamente.
Eu poderia ter uma pele normal, que não necessitasse de muitos cuidados, mas não. Fui premiada com uma pele extremamente seca e que se eu não cuidar, parece o sertão nordestino. Já me chamaram de lousa branca, se você passa a unha na minha perna, por exemplo, ela vai ficar toda marcada… péssimo hahahah
Aí que eu já estava totalmente desiludida e encontrei um produto nas prateleiras de um supermercado. O hidratante para banho da Nívea. Eu não botei muita fé no efeito dele, achei que a minha pele ainda fosse ficar melecada e me deixar irritada, mas decidi testar. Existem duas opções, para pele normal e pele seca. O que eu comprei foi o azulzinho, para pele seca.

“Essa nova loção deve ser usada durante o banho, logo após o uso do sabonete diário. Sua fórmula exclusiva é rapidamente absorvida pela pele molhada. Aguarde alguns segundos e enxágue suavemente. Saia do banho com a sensação de uma pele macia e profundamente hidratada. Você pode se vestir imediatamente, sem a necessidade de aplicar uma loção hidratante após o banho.”

Depois de tomar o seu banho normalmente, passe um pouco do hidratante na sua pele, pode dar uma enxaguada e secar o corpo normalmente, não sai, juro! Quando saio do banho tenho a sensação de que a minha pele está super hidratada, não fica mais com aquele aspecto esbranquiçado. O melhor desse hidratante é que finalmente vou poder cuidar da minha pele sem ficar incomodada por ela estar melecada. Quando você enxágua o corpo, o excesso sai e fica uma camada bem fininha na sua pele, mas é suficiente para deixá-la hidratada.
Eu não lembro muito bem quanto paguei, creio que tenha sido algo em torno de R$15, baratinho e pode ser encontrado em qualquer farmácia e supermercado.
Nota: nota5
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Beleza, Intercâmbio, um pouco do que penso

Forever 21 e nossos pequenos impostos

 Essa semana não se falou de outra coisa a não ser a abertura da primeira loja Forever 21 aqui no Brasil. Faz muito tempo que eu navego pelo site (com certeza não sou a única) e fico desejando todas as roupas e sempre fiquei inconformada com o fato de uma loja dessas não fazer entregas no Brasil. 
 Esse ano tive a oportunidade de conhecer de fato a loja e os produtos, fui na Forever 21 de Denver e na de New York. É uma loucura. Uma loja enorme em que você se perde e não sabe o que já viu, o que falta ver e ao mesmo tempo não tem mais mão e nem braço porque já está tudo lotado de coisas para experimentar, mas nunca é o suficiente. Quando você bate os olhos nos preços sempre quer levar mais alguma coisa. 
 E aí que esse paraíso em forma de loja resolveu dar as caras por aqui, no nosso humilde país e o medo de todas as consumistas fervorosas como eu era que o maior atrativo da loja, o preço, seria deixado de lado já que com o tanto de impostos que pagamos por aqui tudo fica (muito) mais caro. 
 Quando eu cheguei nos Estados Unidos ainda tinha o hábito de converter meus dólares em reais, era dinheiro do meu pai, então eu tinha dó de gastar com coisas banais e pensava duas vezes se eu pagaria aquilo em reais. A partir do momento em que eu comecei a trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro, parei de converter. É como se aquele dinheiro se tornasse a sua moeda também e você não vê mais necessidade de estar convertendo o tempo todo, pois não trocou aqui no Brasil e não pagou mais que o dobro por apenas um dólar. 
 Quando você deixa de fazer a conversão de dólar para reais é que você percebe o quão injustos são os impostos que pagamos no nosso país, isso já é de conhecimento de todos, mas quando você viaja para o exterior e vê com os próprios olhos que o dinheiro começa render, diferentemente daqui, te causa uma grande revolta. 
 Essa revolta está presente todos os dias, quando você passa pela vitrine e vê coisas que aqui custam o olho da cara, por exemplo, uma roupa da Aeropostale, Hollister ou qualquer outra marca que virou modinha e sinônimo de “status”, lá não custa quase nada e as pessoas simplesmente não dão bola para isso e não transformam essas baboseiras em símbolo de riqueza. Sinto te dizer, você que usa Abercrombie como uniforme e acha que isso ostenta seu dinheiro e te deixa mais cool, lá fora sua camiseta não significa absolutamente nada. Está na hora de perder esses conceitos ridículos. 
 Outro fato que chocou foi quando a Sony lançou o Playstation 4 e o nosso preço era apenas 4 mil reais, quem não tem esse dinheiro para gastar com um videogame, não é mesmo? Nem se eu tivesse esse dinheiro todo eu pagaria esse valor, acho um desrespeito. Fui viajar com a ideia de comprar um celular novo, o meu já estava pra lá de Bagdá e só funcionava quando queria, então achei que era uma ótima oportunidade. Eu trabalhava cinco dias por semana e recebia meu salário a cada quinze dias. No meu primeiro pagamento eu consegui comprar um Galaxy S4, quando isso aconteceria aqui? Trabalhei pouquíssimas horas em comparação ao que eu teria que trabalhar aqui para conseguir pagar o que esse celular custa. É extremamente revoltante. 
 Outro produto que me pediram quando eu estava viajando é o Aussie, um hidratante pro cabelo que eu só fui descobrir que estava bombando por aqui muito tempo depois, quando minha amiga me mandou uma imagem de uma loja virtual e o preço era R$50. Até ri quando vi, pois paguei menos que três dólares. Sim. E quem vai pra lá tem a coragem de revender por cinquenta reais e ainda dar seguimento a essa palhaçada. 
 Pra provar o quanto paguei, tirei uma foto da prateleira do Walmart (minhas melhores compras de beleza e os melhores preços):



 Mas enfim, todo esse papo enrolação foi para dizer que pelo menos dessa vez os impostos não foram tão injustos e já podemos comemorar porque os preços da Forever 21 são bem acessíveis, agora é só torcer para que ela se espalhe por todo país.
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